Prescrição eletrônica: mais segurança ao cliente

A ilegibilidade de prescrições e anotações em prontuários são causas de confusões e erros inadmissíveis nos dias de hoje. A ineficiência na comunicação entre os diversos profissionais se deve à falta de interação entre os processos que objetivam o fluxo das informações sobre o paciente e os procedimentos aos quais o mesmo foi ou será submetido. O uso da Tecnologia nas instituições de saúde ampliam a segurança dos pacientes, melhora a comunicação, facilita e agiliza acesso às informações, e portanto, ao conhecimento e resultados assistenciais. A partir do mês de setembro, a prescrição eletrônica tornou-se obrigatória no São Joaquim e já registrou um aumento de 68% em relação ao mesmo período do ano passado. A intenção, com isso, é valorizar as medidas relacionadas aos cuidados com os pacientes em nossa instituição: Prescrição eletrônica é segurança para o paciente pois elimina os problemas relacionados com legibilidade, abreviações e erros de interpretações. A Prescrição Eletrônica reduz o tempo de prescrição, reduz erros de medicação através do acompanhamento no processo de dispensação e verificação se o determinado medicamento é compatível com o tratamento do problema do paciente. Um aspecto relevante da nova técnica é o ganho de tempo através da padronização de nomenclaturas, utilização de prescrições padrões, intercâmbio de informações com a farmácia, precisão e recuperação da informação. A implantação de um sistema de informação em hospitais além de minimizar erros é uma importante ferramenta para detectar riscos e eventos adversos. É importante ressaltar que os serviços de saúde são realizados por pessoas e se não houver o envolvimento de todos, não haverá tecnologia que garanta a efetividade nos resultados esperados, ressalta Mauro Carneiro, Gestor de Tecnologia da Informação do São Joaquim Hospital e Maternidade.

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